"Quero mostrar a eles quem é o Endrick", diz o fenômeno do futebol brasileiro

Desde sua estreia profissional aos dezesseis anos de idade, Endrick, que é rápido, ágil e inteligente com a bola, já acumulou uma lista incrível de conquistas.

Aos 17 anos, ele já está sendo comparado a Pelé e Neymar. No entanto, Endrick, o jogador adolescente que tem sido anunciado como a grande esperança do futuro do futebol brasileiro, afirma que ignora o alarde. “Até onde eu sei, ninguém pode sequer tocar os pés de Pelé. O jovem atacante, que ajudou o Palmeiras de São Paulo a vencer o campeonato brasileiro pela segunda vez consecutiva, afirma que “ele é o rei do futebol”. Quando completar dezoito anos no próximo ano, ele assinará contrato com o Real Madrid. Tudo o que eu quero é ser o Endrick. Em uma entrevista à AFP durante um evento em São Paulo com um novo patrocinador, ele declarou: “Quero mostrar a eles quem é o Endrick”.

Desde sua estreia profissional aos dezesseis anos de idade, Endrick, que é rápido, ágil e inteligente com a bola, já acumulou uma lista incrível de conquistas.

Além de dois títulos da liga, ele levou o Palmeiras ao campeonato paulista e à Supercopa do Brasil. Ele foi convocado para a equipe nacional no mês passado, fazendo história como o jogador mais jovem a fazê-lo desde Ronaldo em 1994.

A chegada de Endrick: um farol de esperança em meio às dificuldades do futebol brasileiro

O atacante chega ao Real Madrid em um momento desafiador para o futebol brasileiro, tendo assinado um contrato no valor de US$ 65 milhões mais bônus no ano passado.

Cinco vezes vencedor da Copa do Mundo Desde 2002, o Brasil não conseguiu levantar o troféu.

A geração liderada por Neymar tem sido criticada no país do “jogo bonito” por não ter alcançado o auge de Pelé e Ronaldo.

Depois de passar pela humilhação de três derrotas consecutivas, incluindo a primeira derrota em casa em uma partida de qualificação para a arquirrival e atual campeã Argentina no mês passado, a “Seleção” está atualmente em um lamentável sexto lugar no ranking de qualificação para a Copa do Mundo de 2026.

Há uma demanda crescente para que Endrick receba o número 9 de ex-grandes nomes do Brasil, como Ronaldo e Tostão, e seja escalado como titular pelo técnico da equipe nacional, Fernando Diniz.

“Muitos atletas almejam usar o número nove na equipe nacional. O que importa para mim não é o meu número. Endrick diz: “Eu só quero estar lá e jogar”.

A jornada de Endrick no Real Madrid: Navegando pela pressão e superando os desafios

Quando ele assinar com o Real Madrid em julho, será que fará jus à fama?

Endrick tem experiência anterior com bom desempenho sob pressão.

Ele foi o assunto da cidade durante toda a sua primeira temporada completa neste ano, depois de sua temporada de estreia em 2022, na qual chamou a atenção ao marcar três gols em sete jogos para ajudar o Palmeiras a conquistar o título na reta final.

Ele só conseguiu marcar quatro gols em seus primeiros 19 jogos, o que foi um começo difícil.

Ele ficou tão decepcionado com a falta de gols que chegou a chorar em campo.

“Foi um início de temporada meio instável”, segundo ele.

“Depois disso, percebi que estava feliz e ajustei a pequena chave em meu cérebro. Consegui levar minha equipe à vitória e espero contribuir ainda mais no próximo ano.”

Ele afirma que se cercar de familiares e amigos em vez de ler o que os outros tinham a dizer sobre ele nas mídias sociais foi a “pequena chave” que ele precisava mudar.

Além disso, ele começou a frequentar aulas de espanhol e inglês e intensificou seu treinamento fora da prática.

O trabalho duro valeu a pena na segunda parte da temporada, quando o Palmeiras superou o líder Botafogo e venceu o campeonato em uma final incrível.

Nos dez jogos anteriores, Endrick marcou seis gols, incluindo o gol da vitória do Palmeiras na quarta-feira e dois gols cruciais contra o Botafogo.

“Eles dizem que eu fui o herói, mas eu discordo. “Todos no time foram os heróis”, afirma.

“Estou feliz por ter ajudado o time que amo”.

Em um esforço para evitar “ficar ansioso”, ele afirma que está tentando ignorar a notícia de que ele e seu irmão logo se mudarão para Madri.

Ele também conhece muito bem a intolerância que seu compatriota e possível companheiro de equipe Vinicius Junior sofreu quando morava na Espanha.

Endrick afirma que também sofreu racismo no Brasil.

“Não permiti que isso me incomodasse. Continuei competitivo”, diz ele.

“Eu só quero fazer o que me deixa mais feliz: jogar futebol.”

isabella da silva
isabella da silva

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